Júri

COMPETITIVA INTERNACIONAL

Lis Schwabacher

Lis Schwabacher , Atriz, graduada em Artes cênicas, bacharelado em interpretação teatral na UFBA. Cursou pós gradução em preparação corporal de atores da faculdade Angel Viana no Rio de Janeiro. Em audiovisual atuou nas séries “Malabi Express”; “Francisco só quer joga bola”; “Destinos/Salvador” da HBO; e nos longas “Irmã Dulce”, ‘Estranhos”, “Abaixo a gravidade”.
Assistente de direção há 10 anos em produções pra cinema e TV como: “Café, Pepe e Limão”; “Guerra de Algodão”, “Meu irmão Nerd”, “No País da Poesia Popular”; “Hiper Praia”; “Motorrad” e “Carnaval” para a Netflix.
Como diretora de curtas em 2021, foi premiada com menção honrosa pelo Prague international Indie Film Festival como o filme autoral Tateio-me.

Léo França

Leonardo França é realizador audiovisual, mestre pela Escola de Dança da UFBA e artista do corpo que faz do estilhaçamento sua produção estética. Produz colaborativamente com vários artistas do cinema, dança, música, artes visuais e teatro. Suas criações ganham múltiplas configurações como espetáculos, instalações, livro-objeto, músicas e curtas-metragem. Enquanto realizador audiovisual fez a direção, montagem e roteiro dos curtas MINOTAURO – viagem ao labirinto do corpo (2016), IFÁ (2014) e Laje do Céu (2012) que circularam por festivais e exposições nacionais e internacionais. Participou como ator no longa-metragem A História da Eternidade (2014) de Camilo Cavalcante (PE), foi diretor-assistente e performer do longa-metragem Pinta (2013) dirigido por Jorge Alencar (BA) e atuou no curta-metragem Nego Fugido (2008) dirigido por Cláudio Marques e Marília Hughes. Ao longo do seu trajeto, realizou residências artísticas no Brasil, Portugal, Alemanha e, sua última residência foi na Escócia junto à Scottish Dance Theatre em Dundee.

Ana do Carmo

Ana do Carmo é diretora e roteirista baiana, acumula 17 prêmios, é CEO da Saturnema Filmes, membra do Black Femme Supremacy Film Festival (EUA) e da Organization of Black Screenwriters (EUA), além de integrar a Rede de Talentos do Projeto Paradiso. Dirigiu 8 curtas, selecionados para festivais nacionais e internacionais, é co-idealizadora do Películas Negras Lab, foi curadora do ROTA e jurada do Cinefone. É roteirista de “Sol a Pino”, seu primeiro projeto de longa, contemplado pelo edital de desenvolvimento Prêmio Jorge Portugal das Artes, vencedor do Prêmio Cabíria, finalista do FRAPA e BrLab, premiado no Nordeste Lab com passagem e credenciamento para a Marché du Film do Festival de Cannes, premiado no Lab Nicho 54 e premiado também na Gira Zózimo Bulbul pela Netflix e Telecine, além de ter participado do MECAA. Participou 2 anos consecutivos do Panlab, foi selecionada para o lab Crafting Your Short Film do Sundance Institute (EUA), para a Usina do Drama e Série Lab. É Staff Writer no projeto de série “Tez” e assistente de roteiro de “Poros”, longa-metragem produzido RT Features.

COMPETITIVA NACIONAL

Emilie Lesclaux

Emilie Lesclaux nasceu na França e vive desde 2002 no Recife. Em 2008, fundou a produtora Cinemascópio com Kleber Mendonça Filho. Produziu curtas e longas-metragens de cineastas pernambucanos (Tião, Nara Normande, Juliano Dornelles, Leonardo Lacca, Leonardo Sette …), entre os quais os sucessos internacionais O Som ao Redor e Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, que somam mais de 250 prêmios no Brasil e no mundo. Emilie também produziu Bacurau (co dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles), que ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019. É também diretora do festival Janela Internacional de Cinema do Recife.

Thais Brito

Doutora em Antropologia. É diretora do Festival Internacional de Cinema Indígena Cine Kurumin. Pesquisadora e produtora cultural, atua com cinema, comunicação e cultura digital entre comunidades indígenas. Como curadora, colaborou com a Mostra Ameríndia: Percursos do Cinema Indígena no Brasil (Lisboa/Portugal), realizada pelo DocLisboa, curadora da Mostra Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas, Mostra de Cinema Indígena da Aldeia Multiétnica e do acervo audiovisual da Anaí (Associação Nacional de Ação Indigenista). Foi Júri do Prêmio TAL – Television America Latina.

André Novais

Nascido em Belo Horizonte. Formado em História na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC-Minas. É diretor e roteirista. Dirigiu os curtas Fantasmas, Pouco mais de um mês e Quintal e os longas Ela volta na quinta e Temporada. Junto com Gabriel Martins, Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia, é sócio da produtora mineira Filmes de Plástico.

COMPETITIVA BAIANA

Cecília Barroso

Cecilia Barroso é jornalista e crítica de cinema. Em 2001 fundou o site Cenas de Cinema, onde é editora e redatora até os dias de hoje. Já fez parte da comissão de seleção do Curta Brasília, da Retrospectiva do Cinema Brasileiro do CineSesc e foi curadora internacional do Filmaê – Festival de Cinema Móvel de Brasília. Participou como autora da série da Abraccine “100 filmes essenciais” nos livros sobre documentário, animação e curta-metragem, além das publicações “Mulheres atrás das câmeras: As cineastas brasileiras de 1930 a 2018”, “Trajetória da Crítica de Cinema no Brasil” e “Um Porto no Purgatório”, além de catálogos várias mostras. É integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

Marcelo Ikeda

Marcelo Ikeda é professor do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutorando em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Autor de dez livros sobre cinema, entre eles Cinema de garagem (2011, escrito em parceria com Dellani Lima), Cinema brasileiro a partir da retomada (2015), O cinema independente brasileiro contemporâneo em 50 filmes (2020). Atua como crítico de cinema, filiado à Abraccine, mantendo o site www.cinecasulofilia.com desde 2004. Como curador, atuou na Mostra do Filme Livre, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Circuito Penedo de Cinema, entre outros. Organizou as mostras Cinema de garagem (Caixa Cultural RJ 2012 e Dragão do Mar 2014), Cine Nordeste Caixa Cultural CE 2017). Atuou em júris de diversos festivais de cinema no País e em comissões de seleção de projetos audiovisuais. Como realizador, assinou roteiro e direção de diversos curtas-metragens, como É hoje (2006), Eu te amo (2007), Carta de um jovem suicida (2008), O homem que virou armário (2015) e Impávido colosso (2018, com Fábio Rogério), esses dois últimos exibidos no Panorama, e o longa doc Entre mim e eles (2013).

Léo Bittencourt

Léo Bittencourt trabalha como diretor, roteirista e diretor de Fotografia em ficções e documentários para cinema e TV. Nasceu no Rio de Janeiro, em 1981. Formou-se em Jornalismo pela PUC-Rio, em Filosofia pela UERJ e cursou História da Arte na Universidad Autonoma de Madrid. Começou sua vida profissional como cineasta em 2008. Como diretor realizou os filmes: VAGALUMES (Experimental – 19min – 2021), AS ONDAS (Experimental – 13min – 2016), SATÉLITES (DOC – 61min – 2013) e DIA DOS PAIS (DOC – 73min – 2008). Seus filmes foram exibidos em grandes festivais nacionais e internacionais: Mostra de Cinema de Tiradentes, Cinéma du Réel, É tudo verdade e Festival du Curt Métrage de Clermont-Ferrand. Como diretor de fotografia já realizou mais de 28 projetos, entre curtas, longas e séries de TV. Em 2013, ganhou o prêmio de Melhor Fotografia no 48º Festival de Brasília, com o filme MORRO DOS PRAZERES de Maria Augusta Ramos.