Curadoria

LONGAS DAS COMPETITIVAS BAIANA, NACIONAL E INTERNACIONAL

Marília Hughes Guerreiro

Marília Hughes Guerreiro nasceu em 1978, em Vitória da Conquista, e mora em Salvador desde 1991. Possui gradução em Psicologia e Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas, ambos pela Universidade Federal da Bahia. Em parceria com Cláudio Marques, realizou sete curtas, que foram selecionados para mais de 200 festivais, além de ganharem 52 prêmios. Desde 2009, coordena o Panorama Internacional Coisa de Cinema, um dos mais importantes da nova geração de festivais de cinema do país. Depois da Chuva (2013) seu primeiro longa-metragem co-dirigido com Cláudio Marques, foi selecionado para 32 festivais e ganhou 12 prêmios. A Cidade do Futuro (2016), também co-dirigido pela dupla, venceu 5 prêmios nos 42 festivais em que foi exibido. Cláudio e Marília dirigiram ainda Guerra de Algodão (2018), exibido em 11 festivais nacionais e internacionais e Sobradinho (2020). Atualmente, Marília trabalha na finalização do documentário A Vida Em Meus Punhos, que retrata o cotidiano da pugilista baiana Adriana Araújo.

Cláudio Marques

Cláudio Marques nasceu em 1970, em Campinas, São Paulo. Mora em Salvador, definitivamente, desde 1982. Com 25 anos dedicados exclusivamente ao Cinema, iniciou sua carreira na crítica cinematográfica, colaborando com os jornais A Tarde, Tribuna da Bahia e Correio da Bahia, além de ter criado o tablóide Coisa de Cinema. Em 1995 fundou a produtora Coisa de Cinema, onde, ao lado de Marília Hughes, produziu, dirigiu, montou e roteirizou sete curtas, que foram selecionados para mais de 200 festivais, além de ganharem 52 prêmios. Em 2002 idealizou e coordena até hoje o Panorama Internacional Coisa de Cinema, um dos mais importantes da nova geração de festivais de cinema do país. Desde 2008, Cláudio programa e coordena o Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha, projeto idealizado por ele. Depois da Chuva (2013) seu primeiro longa-metragem co-dirigido com Marília Hughes, foi selecionado para 32 festivais e ganhou 12 prêmios. A Cidade do Futuro (2016), também co-dirigido pela dupla, venceu 5 prêmios nos 42 festivais em que foi exibido. Cláudio e Marília dirigiram ainda Guerra de Algodão (2018), exibido em 11 festivais nacionais e internacionais e Sobradinho (2020). Graças à forte noção de empreendedorismo, por conta da sua experiência em diversos setores do audiovisual,Cláudio possui amplo conhecimento sobre o mercado cinematográfico.

CURTAS DAS COMPETITIVAS BAIANA E NACIONAL

Camila Gregório

Camila Gregório é uma realizadora audiovisual baiana, moradora do município de Cachoeira, formada em Cinema e Audiovisual na UFRB. Camila Gregório é fundadora da Tribuzana Filmes e integra o coletivo de cinema Feito a Facão. Integrou a equipe dos longas metragens “Café com Canela”, “Ilha”, “Até o Fim” na equipe de produção e “Na Rédea Curta” com produção e roteiro. Na direção, junto com o coletivo Feito a Facão realizou cinco curta-metragens, entre eles “Fervendo” (2017) e admin/admin (2017)

Safira Moreira

Safira Moreira nasceu no bairro do Engenho Velho da Federação, Salvador, em 1991. Há anos trabalha com imagens de pessoas negras, ao redor de uma política da memória. É diretora de fotografia, diretora e roteirista, formou-se em cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Roteirizou, dirigiu e montou seu primeiro curta metragem “Travessia”, premiado em diversos festivais nacionais e internacionais; distribuído pela Vitrine Filmes em 2018; e em 2019 filme de abertura do Festival Internacional de Rotterdam. Dirigiu a fotografia do curta “Eu, minha mãe e Wallace” (Irmãos Carvalho) premiado como Melhor Filme pelo júri popular do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e do longa-metragem “A Matéria Noturna” (Bernard Lessa), premiado como melhor filme na mostra Futuro Brasil no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2019 roteirizou e dirigiu a série documental “Iyas Idanas – Mulheres da Cozinha”, em fase de montagem. Trabalha desde 2018 no longa-metragem CAIS, premiado no FUNDO AVON MULHERES DO AUDIOVISUAL e no RUMOS ITAÚ CULTURAL.

Rafael Carvalho

Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), escreve para o Jornal A Tarde e para o site Moviola Digital. Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, tem interesse na pesquisa em torno da crítica de cinema, do jornalismo cultural e dos estudos de recepção no âmbito da comunicação. Desenvolve pesquisa sobre a crítica de cinema online no Brasil e já se debruçou sobre a obra crítica do intelectual baiano Walter da Silveira. Atualmente é professor do curso de Jornalismo em Multimeios da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Participa do Grupo de Pesquisa Recepção e Crítica da Imagem (GRIM) da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Integra a equipe de curadoria do Panorama Internacional Coisa de Cinema e ministra oficinas e cursos de escrita crítica. Já fez parte dos júris oficiais de festivais como o CachoeiraDoc (2017) e a Mostra de Cinema Tiradentes (2018), dentre outros.

João Paulo Barreto

João Paulo Barreto escreve para o Jornal A Tarde e sobreviveu a 2020.

CURTAS DA COMPETITIVA INTERNACIONAL

Ceci Alves

Ceci Alves é uma cineasta negra, que imprime em seu trabalho uma narratividade musical, lidando com questões de militância e protagonismo dos excluídos de uma forma afetiva e política. Tem larga experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Cinema, e é reconhecida documentarista e curta-metragista, com premiações no Brasil e exterior. Mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Ceci é roteirista e montadora formada pela Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, La Habana, Cuba, e também tem Master 2 em Direção pela École Supérieure d’Audio-Visuel, unidade da Université de Toulouse, Le Mirail, França.